Passeio em Toledo

Conheci um casal de brasileiros muito legal, o Paulo e a Gilza. O Paulo viveu no Brasil somente na infância e tem um sotaque português, pois morou mais tempo em Angola e em Portugal. A Gilza é de Gurupi, sabem? Onde tem os rodeios e negócios com gado pantaneiro.
Eles dois moram lá em Toledo, na área urbanizada. Estive lá no finalzinho do mês passado e a gente deu m passeio bem legal no "casco histórico". Este caso é uma cidade fortificada, uma coisa maravilhosa e... bem magnética. Vocês verão.



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Gilza está grávida de quatro meses. O nenê resolveu se mexer no dia em que eu cheguei lá, foi um barato! Ela está ainda com os incômodos do começo da gestação. Assim, a gente passeou só por fora dos edifícios históricos. Vamos ver se eu consigo voltar e conhece-los por dentro também, mas já foi uma experiência muito legal (e medieval) conhecer tudo por fora.
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cidade é completamente cercada por uma muralha de pedra. Em muitos pontos, ela recebe restauração. As construções mais modernas são sempre escondidas, rebaixadas ou subterrâneas. Este rapaz que está conosco, que também se chama Paulo, é brasileiro e está trabalhando na construção de um centro de convenções dentro do casco histórico. O pessoal levou mais de um ano só escavando e arrimando a rocha da montanha, para fazer com que tudo fique escondido. É que, além dos problemas com o solo rochoso, não podem entrar máquinas pesadas nesta área.
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Catedral de Nossa Senhora Branca é linda, com torres trabalhadas. Vejam como a imagem da câmera puxa para a direita em uma das fotos. A câmera ficou maluca na frente do Alcazar e eu tomei choques nos portões (para quem me conhece, sabe que isso é relativamente normal, mas vale a pena documentar). 


Fomos circulando pela cidade, as vezes caminhando, as vezes de carro. Por fora, a cidade é circulada pelo rio Tejo (aqui é Tajo). Nas margens deste desvio artificial, funcionavam casas de farinha, com tração aquática, desenvolvida pelos mouros (sensacional).

Por fim, uma fotinho típica de turista deslumbrada com Miguel de Cervantes, que ninguém é de ferro... Só ele mesmo.

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